CAMPANHAS

PROGRAMAS

PAPO LIBERTA:

Programa que promove encontros com professores com o objetivo de capacitar estes profissionais a identificarem casos de exploração sexual de crianças e adolescentes, e orientá-los a agir de forma integrada com a rede protetiva no enfrentamento ao problema. O Instituto Liberta acredita na conscientização e articulações como estratégias fundamentais para a busca de soluções.

Ao final dos encontros, o Liberta lançou um desafio para os profissionais da educação estadual de São Paulo: elaborar projetos que denunciassem a violência sexual. Os projetos avaliados com maior potencial de transformação foram escolhidos para serem apresentados na Universidade de Columbia (NY), parceira do Instituto. Em Nova York, os professores tiveram a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos e conhecer experiências inspiradoras.

Após seis meses de realização das rodas de conversa, houve um aumento de 300% do registro de ocorrências escolares de violências sexuais no sistema da secretaria de educação.

TÁ NA HORA:

Programa de oficinas dedicadas aos jovens do Ensino Médio. Os estudantes são convidados a participar de uma imersão na questão da violência e exploração sexual e, ao final do processo, criar e colocar em prática uma campanha de conscientização para impactar suas comunidades.

Ao longo de um semestre, os estudantes foram provocados a refletir sobre as raízes da violência de gênero e contra crianças e adolescentes, a conhecerem o cenário da exploração sexual no Brasil, as políticas públicas existentes, além de identificar as redes de proteção em seu território e compreender o que seus vizinhos, familiares, colegas e professores, conhecem sobre o assunto. Após esse aprofundamento e entendimento do cenário, o conteúdo foi a base para a criação de projetos de comunicação, dedicados tanto a conscientização quanto ao alerta e à necessidade pedir ajuda em casos de violência sexual.

BLOG

Papo Liberta vai até Marabá no Pará para enfrentar a exploração sexual de crianças e adolescentes

A Mineradora Buritirama, parceira do Instituto Liberta, está patrocinando uma ação de conscientização das consequências da exploração sexual na vida de crianças e adolescentes no estado do Pará. A proposta é levar esta reflexão a todas as escolas e preparar os professores para o enfrentamento. A primeira etapa foi realizada Read More

Você sabia que exploração sexual é considerada uma das piores formas de trabalho infantil?

A jornalista Bruna Ribeiro fez uma série especial de reportagens sobre trabalho infantil e trouxe uma reflexão a respeito da exploração sexual (conhecida por muitas pessoas pelo termo prostituição infantil). De acordo com a Lista TIP, da Convenção 182 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a exploração sexual é considerada Read More

BIBLIOTECA VIRTUAL

INSTITUCIONAL

SOBRE O INSTITUTO:

O Instituto Liberta nasceu no final de 2016 do desejo de um filantropo, Elie Horn, que como membro do Giving Pledge assumiu o compromisso de doar parte do seu patrimônio pessoal para causas sociais e elegeu como grande missão combater a exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil. O Liberta tem como missão combater a exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil em todas as suas formas.

O PROBLEMA:

A exploração sexual de crianças e adolescentes não é um problema do Brasil, trata-se, infelizmente, de uma questão mundial, como aponta estudo realizado recentemente por organizações internacionais compromissadas com o tema e que resultou em um relatório de referência, o The Global Study Report on Sexual Exploitation of Children in Travel and Turism, que aborda a problemática sobre o ângulo do turismo sexual.
No Brasil, a exploração sexual de crianças e adolescentes tem números assustadores. Da mesma forma é assustador o desconhecimento da sociedade e, quando não nos deparamos com o desconhecimento, enfrentamos justamente a naturalização da situação. Estamos falando de milhares de meninas e meninos que se submetem a uma vida indigna, que vai trazer consequências traumáticas quase insuperáveis. Diante deste quadro, entendemos que o papel do governo e da sociedade civil segue em duas direções: resgatar estas meninas e meninos que já se encontram nesta situação e, sobretudo, evitar que outros ingressem.
O estudo referido aponta para o fato de que uma das estratégias mais importantes para o combate a exploração sexual é justamente a conscientização social. Só assim conseguiremos chamar a atenção de todos e também “desnaturalizar” este comportamento perverso e criminoso.

Enfrentamento do Problema Sabemos da complexidade da questão e que, portanto, qualquer proposta de enfrentamento é também de grande amplitude e complexidade, envolvendo vários e diferentes atores. Acreditamos que o caminho para erradicar a exploração sexual de crianças e adolescentes passa pelos seguintes passos:
– Conscientizar as pessoas da gravidade do problema, desnaturalizando essa pratica em parte incorporada e aceita socialmente.
– Estimular a sociedade a denunciar.
– Trabalhar com o aprimoramento da rede de proteção da criança e adolescente, o que envolve desde a prevenção até a recuperação das criança e adolescentes já cooptados.
– Trabalhar com o aprimoramento do sistema de justiça nesta questão.
– Trabalhar pelo aprimoramento da legislação sobre o tema.
– Melhorar a qualidade da informação e dados sobre o problema.

MISSÃO
ENFRENTAMENTO DO PROBLEMA:

Sabemos da complexidade da questão e que, portanto, qualquer proposta de enfrentamento é também de grande amplitude e complexidade, envolvendo vários e diferentes atores. Acreditamos que o caminho para erradicar a exploração sexual de crianças e adolescentes passa pelos seguintes passos:

. Conscientizar as pessoas da gravidade do problema, desnaturalizando essa pratica em parte incorporada e aceita socialmente.
. Estimular a sociedade a denunciar.
. Trabalhar com o aprimoramento da rede de proteção da criança e adolescente, o que envolve desde a prevenção até a recuperação das crianças e adolescentes já cooptados.
. Trabalhar pelo aprimoramento da legislação sobre o tema.
. Melhorar a qualidade da informação e dados sobre o problema.

Diretora Presidente                                            


LUCIANA TEMER

Advogada, Professora Doutora em Direito pela PUC-SP. Foi Delegada de Polícia, Secretária da Juventude, Esporte e Lazer do Estado de São Paulo e Secretária de Assistência e Desenvolvimento Social do Município de São Paulo.

Diretora Adjunta:

CRISTINA CORDEIRO

Pedagoga, especialista em educação da infância, foi Secretaria Adjunta de Assistência e Desenvolvimento Social em São Paulo. É Conselheira Municipal da Educação de São Paulo.

Analista de Projetos :

PAULA LOTTENBERG

Administradora pública formada pela Fundação Getúlio Vargas, possui Minor em Relações Internacionais.

PARCERIAS

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